quarta-feira, 17 de agosto de 2011

RECEITAS DE BIOFERTILIZANTES


Biofertilizante Agrobio
Para a produção de 500 litros do Agrobio, são necessários:
·                     200 litros de água,
·                     100 litros de esterco fresco bovino,
·                     20 litros de leite de vaca ou soro de leite
·                     3 kg de melaço.
Misturar bem e deixar fermentar por uma semana em uma bombona ou caixa d'água de plástico com tampa, com capacidade de 500 L (ver Figura 1).
A esse caldo nutritivo, nas sete semanas subseqüentes, são acrescentados, semanalmente, e em seqüência, os seguintes ingredientes previamente dissolvidos em água:
·                     430 g de bórax ou ácido bórico,
·                     570 g de cinza de lenha,
·                     850 g de cloreto de cálcio,
·                     43 g de sulfato ferroso,
·                     60 g de farinha de osso,
·                     60 g de farinha de carne,
·                     143 g de termofosfato silício-magnesiano,
·                     1,5 kg de melaço
·                     30 g de molibdato de sódio,
·                     30 g de sulfato de cobalto,
·                     43 g de sulfato de cobre,
·                     86 g de sulfato de manganês,
·                     143 g de sulfato de magnésio,
·                     57 g de sulfato de zinco,
·                     29 g de torta de mamona e
·                     30 gotas de solução de iodo a 1%

Nas quatro últimas semanas, são adicionados 500 ml de urina de vaca. A calda deve ser bem misturada duas vezes por dia. Após oito semanas o volume deve ser completado para 500 litros e coado. O Agrobio pronto apresenta cor bem escura e odor característico de produto fermentado, pH na faixa de 5 a 6. A análise química do biofertilizante forneceu os seguintes resultados: 34,69 g/l de matéria orgânica; 0,8% de carbono; 631 mg/l de N; 170 mg/l de P; 1,2 g/l de K; 1,59 g/l de Ca e 480 mg/l de Mg, além de traços dos micronutrientes essenciais às plantas. Testes microbiológicos não detectaram coliformes fecais, bactérias potencialmente patogênicas em produtos preparado conforme as recomendações.
 Figura 1 Produção do biofertilizante líquido Agrobio. a) caixa d'água com tampa; b) bancada de concreto; c) registro de 2 polegadas; d) balde com tela para coagem; e) pá. Foto: Arquivo Embrapa Agrobiologia

Biofertilizante Vairo
No preparo do biofertilizante tipo Vairo, deve-se usar esterco de vacas o que possibilita um efluente de melhor qualidade, pois os animais recebem dieta balanceada que contém uma variedade de microrganismos, o que acelera a fermentação (Santos & Akiba, 1996). Para o respectivo preparo, o esterco fresco, complementado ou não com urina, deve ser misturado em volume igual de água não clorada, sendo a mistura colocada em biodigestor hermeticamente selado. Podem ser empregadas bombonas plásticas, tomando-se o cuidado de manter o nível da mistura a um mínimo de 10 cm abaixo da tampa, onde se adapta um sistema de válvula hidraúlica de pressão ou uma mangueira plástica fina, cuja extremidade é mergulhada em recipiente com água, para permitir a saída do gás metano produzido na fermentação, assim mantendo a condição de anaerobiose.
O final do processo, que dura de 30 a 40 dias, coincide com a cessação do borbulhamento observado no recipiente d'água. Nessa ocasião, a solução deverá ter atingido pH próximo a 7,0. Para separação da parte ainda sólida do produto, utiliza-se peneiramento e coagem.

Bokashi (AAO, 1998)
A formulação abaixo é recomendada pela Fundação Mokiti Okada. Ingredientes:
·                     Farelo de arroz - 500 Kg
·                     Farelo de algodão - 200 Kg
·                     Farelo de soja - 100 Kg
·                     Farelo de osso - 170 Kg
·                     Farinha de peixe - 30 Kg
·                     Termofosfato - 40 Kg
·                     Carvão moído - 200 Kg
·                     Melaço - 4 litros
·                     EM/4 - 4 litros
·                     Água - 350 litros


OBS: alguns produtores substituem o produto comercial EM/4 por microorganismos coletados na propriedade. Observa-se também uma grande variação dos ingredientes utilizados.
Os ingredientes secos devem ser misturados e a água adicionada aos poucos. A umidade ideal é de cerca de 50%. A temperatura de fermentação não deve ultrapassar 50º C. Cada vez que o composto atingir essa temperatura, deve ser revolvido. O Bokahi deve ser amontoado e coberto com sacos de estopa ou lona de algodão, para acelerar a fermentação. Dependendo das condições de temperatura e umidade, o Bokashi chega a 50º C em 20- 24 horas. Em condições ideais, estará pronto entre 7-10 dias.
O principal cuidado no preparo do Bokashi é o seu ponto de umidade. Umidade excessiva pode resultar na putrefação da mistura. Um modo prático de se obter a umidade correta é molhar aos poucos e misturar bem os ingredientes de modo a uniformizar a pilha. A água não deve escorrer entre os dedos quando uma amostra for apertada e a mistura não deve estar seca a ponto de não formar um torrão.
É importante planejar o uso do Bokashi, pois o produto só pode ser armazenado por até 6 meses.
 Biofertilizante Supermagro
No preparo do Supermagro deve-se primeiramente preparar as misturas minerais:
·                     Mistura número 1: 2 kg de sulfato de zinco + 300g de sulfato de manganês + 300g de sulfato de ferro + 300g de sulfato de cobre.
·                     Mistura número 2: 2 kg cloreto de cálcio + 1 kg de ácido bórico.
·                     Mistura número 3: 2 kg de sulfato de magnésio + 50g de sulfato de cobalto.
·                     Mistura número 4: 100g de molibdato de sódio (este sal não pode ser misturado com nenhum outro mineral, devendo ser acrescentado na última etapa de preparo do biofertilizante).
O preparo do biofertilizante "Supermagro" é simples, basta seguir as etapas descritas a seguir:

Ingredientes básicos e misturas de sais minerais necessários para preparar 250 litros do biofertilizantes "Supermagro".
Etapas
Ingredientes
Mistura protéica
1o dia
100 litros de água + 20 kg ou 1 lata de 20 litros de esterco bovino fresco
1 litro de leite ou soro; 500g de açúcar preto; 100 ml de sangue; 100g de fígado; 200g de calcário calcítico; 200g de fosfato de araxá; 200g de farinha de osso.
4o dia
1 kg da mistura de sais no 1
mistura protéica
7o dia
1 kg da mistura de sais no 1
mistura protéica
10o dia
O restante da mistura de sais no 1
mistura protéica
13o dia
1 kg da mistura de sais no 2
mistura protéica
16o dia
1 kg da mistura de sais no 2
mistura protéica
19o dia
1 kg da mistura de sais no 2
mistura protéica
22o dia
1 kg da mistura de sais no 3
mistura protéica
25o dia
1 kg da mistura de sais no 1 + a mistura de sais no 4 e completar com água até 250 litros.
mistura protéica
30o dia
O produto está pronto para ser usado
Fonte: Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata, 1999.

Existe uma formulação de Supermagro adaptada para a cultura do café que é a seguinte (Pedini, 2000):
Para 200 litros de biofertilizante, misturar 40 kg de esterco verde com 6,0 kg de mato fresco e vigoroso. Adicionar a cada cinco dias 1,0 kg de uma mistura de micronutrientes, mais 50g de sulfato de cobre, 1,0 litro de leite; 1,0 litro de melaço (ou 0,5 kg de açúcar), 100 ml de EM-4 ou 2 copos de leite fermentado contendo lactobacilos, 0,5 kg de calcário e 0,5 litro de sangue ou 200g de farinha de ossos ou 0,5 kg de restos de peixe. Deixar fermentando por 30 dias antes de coar e usar.

 Calda sulfocálcica
Para preparar 20 litros de calda sulfocálcica são necessários: 5 kg de enxofre e 2,5 kg de cal virgem. Em tambor de ferro ou latão, sobre forno ou fogão, adicionar vagarosamente a cal virgem a 10 litros de água, agitando constantemente com uma pá de madeira. No início da fervura, misturar vagarosamente o enxofre previamente dissolvido em água quente e colocar o restante da água, também pré-aquecida, até a fervura completa (Polito, 2000). Quando a calda passar da cor vermelha para pardo-avermelhada estará pronta. Após o resfriamento, deverá ser coada em pano ou peneira fina para evitar entupimento dos pulverizadores. A borra restante pode ser empregada para caiação do tronco de árvores.
A calda pronta deve ser estocada em recipiente de plástico opaco ou vidro escuro e armazenada em local escuro e fresco, por um período relativamente curto, sendo ideal sua utilização até, no máximo, 60 dias após a preparação.

 Calda bordalesa
Para preparar 100 litros de calda a 1% (1:1:100), são necessários: 1 kg de sulfato de cobre em pedra moída ou socada, 1 kg de cal virgem e 100 litros de água. O sulfato de cobre deve ser colocado em um saco de pano poroso, deixado imerso em 50 litros de água por 24 horas, para que ocorra total dissolução dos cristais. Em outro vasilhame procede-se à queima ou extinção da cal em pequeno volume de água; à medida que a cal reagir, vai-se acrescentando mais água até completar 50 litros.
Em um terceiro recipiente de plástico, devem ser misturados vigorosamente os dois componentes ou acrescentar-se o leite de cal à solução de sulfato de cobre, aos poucos, agitando fortemente com uma peça de madeira.
Após o preparo, deve-se medir o pH da calda, através de peagâmetro ou papel de tornassol. A reação ácida é indesejável, porque provoca fitotoxicidade decorrente do sulfato de cobre livre, formando-se rapidamente um precipitado que prejudica a aplicação. Assim, a reação deve ser neutra ou, de preferência, levemente alcalina. Caso seja necessário elevar o pH, deve-se adicionar mais leite de cal à calda. Coar antes das pulverizações.

 Calda viçosa para agricultura orgânica
É uma calda para controle de doenças de plantas que age também como adubo foliar. A base é a calda bordalesa, acrescida de sais de cobre, zinco, magnésio e boro. Para uso na agricultura orgânica a calda é preparada sem adição de uréia, presente na composição original.
Para o preparo de 10 litros, deve-se usar:
·                     50 g de sulfato de cobre
·                     10 a 20 gramas de sulfato de zinco
·                     80 gramas de sulfato de magnésio
·                     10 a 20 gramas de ácido bórico
·                     50 a 75 gramas de cal hidratada
A preparação deve ser seguida dos seguintes cuidados:
Misturar a cal na metade do volume de água. Na outra porção de água, dissolver os sais minerais. Ir misturando aos poucos a solução de sais, jogando-a sobre a água de cal sob agitação constante. A cal é a mesma que se utiliza para pintura de paredes e os sais minerais não podem estar úmidos.
A calda tem um pH final entre 7,5 e 8,5 (usar papel tornassol ou peagâmetro para verificar o pH da mistura) e apresenta uma cor azul. Os vasilhames devem ser de plástico pois os metais são atacados pelos sais. As sobras não devem ser guardadas, desse modo, deve-se calcular com cuidado a quantidade a ser utilizada. Coar antes da pulverização.

 Extrato de Nim
O extrato de nim tem preparo fácil desde que se disponha da matéria-prima, constituída de sementes ou folhas (Grupo Temático de Práticas Ambientais Sustentáveis, 2002).
Ingredientes:
·                     50 kg de sementes secas e moídas de nim
·                     5 litros de água
·                     10 g de sabão em pó
Colocar o pó de sementes em um saco de pano e amarrar, transferindo-o para uma vasilha contendo água. Deixar por 12 horas, espremer e dissolver o sabão neste extrato. Misturar bem e acrescentar água para obter 100 litros de extrato. Aplicar sobre as plantas por pulverização, imediatamente após o preparo.
As folhas podem ser usadas, mas contém menor porcentagem de óleo de nim. O extrato de nim perde seu efeito em 8 horas e mais rapidamente ainda se for exposto ao sol. Desse modo, a pulverização com extrato de nim deve ser feita ao entardecer, imediatamente após o preparo (UNCTAD, 2003).




 Compostagem
A compostagem é um processo biológico onde ocorre a desintegração dos resíduos como conseqüência da decomposição aeróbica. Os resíduos são decompostos nas suas unidades mais simples, metabolizados pelos microrganismos (bactérias, fungos e actinomicetos), transformando-se em biomassa microbiana. Há grande desprendimento de CO2 e vapor d'água, sendo grande parte da energia decorrente da atividade dos microrganismos liberada na forma de calor.
O material para compostagem pode incluir diversos resíduos vegetais (palha, cascas, podas e aparas, etc.) e também alguns resíduos de origem animal (restos de abatedouro, escamas de peixe, etc.) misturados ao esterco oriundo das criações.
Quase todo material de origem animal ou vegetal pode entrar na produção do composto. Contudo, existem alguns subprodutos que não devem ser usados (madeira tratada com pesticidas ou verniz, couro, papel e esterco de animais alimentados em pastagens que receberam herbicidas). A serragem pode ser usada, desde que de madeira não tratada. Além disso, a regulamentação da Lei 10.831/2003 prevê apenas o uso de resíduos de madeira extraída legalmente.
O material que vem de fora da unidade de produção deve ser usado com o máximo cuidado e sempre mediante autorização da certificadora. O uso de material produzido na própria unidade integra suas várias atividades e é o mais recomendável.
A relação C:N da mistura deve ser de aproximadamente 30:1. Na prática, a proporção dos componentes da mistura deve ficar em torno de 70% de material fibroso e 30% de esterco. Uma regra simples é que a quantidade de material fibroso (palha) deve ser 3 vezes maior que a quantidade de esterco.
São comuns as adições de termofosfato, pó de rocha, cinzas, tortas, farinha de ossos, borra de café, dentre outros suplementos. A adição de uma fonte de fósforo favorece a compostagem. Durante o processo ocorre formação de fósforo orgânico, que é uma excelente fonte para as culturas, principalmente em solos ácidos. A cinza é fonte de diversos nutrientes e enriquece o composto, sobretudo em potássio.
A primeira camada deve ser de material fibroso para atenuar a perda de nitrogênio para o solo. Essa camada deve alcançar 30 cm de altura. A segunda camada deve ser de material rico em nitrogênio, com cerca de 10 cm de altura para manter a proporção. O esterco deve ser misturado a essa segunda camada e o material de enriquecimento deve ser colocado sobre ela. A pilha assim formada deve ser umedecida uniformemente. A seqüência de camadas deve ser repetida, sendo a última camada de material fibroso.
Recomenda-se formar pilhas de cerca de 1,2 m de altura com até 1,5m de largura. Devem ser protegidas de insolação excessiva, do vento e, particularmente, de chuva. Recomenda-se o uso de local sombreado, bem como, uma cobertura de plástico, folhas de bananeira, palmeiras, sapê, etc., para cobrir a pilha nos primeiros 3 dias da compostagem ou quando houver risco de chuvas fortes.
Após os primeiros 3 dias, a temperatura no interior da pilha deve alcançar 55ºC ou mais. Depois desse período inicial, a pilha deve ser revirada para favorecer a mistura dos componentes e prover as condições aeróbicas. A temperatura deve ser mantida entre 55 e 70ºC por um prazo de pelo menos 15 dias. O perfil de temperatura/tempo de exposição a ser alcançado durante a compostagem, para assegurar desinfestação satisfatória quanto a materiais de origem fecal, é de 1 hora a > 62ºC, 1 dia a > 50ºC ou 1 semana a > 46ºC (Feachem et al., 1983, citados por Dumontet et al., 1999). Na prática, como a temperatura flutua durante o decorrer do dia, recomenda-se que o material atinja temperaturas de 55º por um mínimo de 15 dias e que a pilha seja misturada pelo menos 2 vezes nesse período para garantir a descontaminação de todo o material no que diz respeito a microrganismos potencialmente patogênicos, porventura presentes.
O teor de umidade ideal é de cerca de 60%. Um teste simples pode ser feito para avaliar a umidade da pilha. Apertar fortemente entre os dedos uma amostra, sentindo-a úmida, porém sem que nenhum líquido escorra.
É importante garantir uma adequada aeração de todas as partes da pilha, pois os microrganismos responsáveis pela decomposição necessitam de oxigênio. Quando bem arejada, a decomposição da mistura é mais rápida. As dimensões da pilha são de importância fundamental no processo de compostagem. A pilha não deve ser muito pequena para que não haja perda rápida de umidade, nem deve ser grande demais, pois fica prejudicada a troca de ar. Devem-se misturar resíduos pequenos e grandes para favorecer a aeração e, ao mesmo tempo, conservar o calor. A pilha pode ser montada sobre estrados feitos de troncos e galhos para favorecer a aeração da camada inferior. Pode-se ainda usar tubos ou bambus para criar canais que facilitem a entrada do ar. Mas é a reviragem periódica a melhor prática para garantir a aeração das pilhas, a mistura dos componentes e, mais importante, a exposição uniforme de todo o material às reações de compostagem e às altas temperaturas resultantes.
Durante a compostagem, temperatura e umidade devem ser controladas. A faixa ideal de temperatura é de 55 a 70oC pelo menos durante 15 dias. Verifica-se a temperatura introduzindo um vergalhão de ferro até o centro da pilha por 15 minutos. Retirado o vergalhão, se não for possível tocá-lo, significa que a temperatura está excessivamente elevada. Neste caso, deve-se promover o revolvimento para baixar a temperatura. Se a umidade do substrato for insuficiente, a pilha deve ser também regada. Se a temperatura do vergalhão for suportável ao tato é sinal de que a decomposição transcorre normalmente e se estiver frio, depreende-se que a decomposição está terminada ou que não está se processando.
É importante escolher local adequado para montagem das pilhas. O local deve ter ligeiro declive para favorecer a drenagem, próximo a árvores que promovam sombreamento e proteção contra ventos, bem como de uma fonte de água despoluída. As pilhas devem ser protegidas contra enxurradas por um sistema de canaletas, que podem ser conectadas a um coletor de chorume, se possível reciclado para a pilha.
A pilha pode ser montada em valas de até 60 cm de profundidade, quando as condições climáticas favoreçam a perda muito rápida de umidade. O uso desse sistema, no entanto, requer proteção especial contra chuvas fortes e enxurradas. Independentemente do manejo adotado, para garantir a qualidade e inocuidade do composto as pilhas deverão ser reviradas no mínimo 5 vezes durante os 50 dias de processamento.

 Relações C:N de diferentes resíduos
Tabela 1. Relações C:N de diferentes resíduos viáveis para compostagem ou cobertura do solo (valores médios).
Material
C:N
Material
C:N
Esterco bovino
18/1
Crotalaria juncea
26/1
Esterco de aves
10/1
Capim colonião
27/1
Esterco de suíno
19/1
Capim jaraguá
64/1
Esterco de ovinos
15/1
Capim-limão (cidreira)
62/1
Esterco de eqüinos
18/1
Capim pé-de-galinha
41/1
Cama de aviário
14:1
Capim mimoso
79/1
Laranja: bagaço
18/1
Capim guiné
33/1
Mandioca: folhas
12/1
Capim gordura
81/1
Mandioca: hastes
40/1
Banana: talos de cachos
61/1
Café: borra
25/1
Banana: folhas
19/1
Café: palha
31/1
Trigo: cascas
56/1
Café: casca
53:1
Cana-de-açúcar: bagaço
22/1
Arroz: casca e palha
39/1
Trigo: palhas
70/1
Serragem de madeira
865/1
Mandioca: folhas
12/1
Sangue seco
4/1
Mandioca: ramas
40/1
Algodão: casca de sementes
78/1
Mandioca: cascas de raízes
96/1
Cápsulas de mamona
44/1
Aveia: cascas
63/1
Milho:

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